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O maior terrorismo

Uma das muitas modas vigentes, difundidas pela mídia e o Estado em geral hoje, é o combate ao terrorismo. O terror é dividido em duas fases, a.11 Set. (antes do episódio ocorrido em 11 de setembro de 2001), denominado pré – terrorismo, e d.11 Set. (depois de 11 de setembro) cunhado por mim de terrorismo moderno, não que sejam espécies diferentes de genocídio, mas porque o alvo daqueles fanáticos religiosos aquele dia foi os EUA, maior potência da babilônia-terrorista-ostentadora. Aquele fato marcou a história. Saiu em todos os jornais, em todas revistas, em todos noticiários televisionários – não pelo fato da mídia dar importância ao ocorrido, mas porque se tratava dos EUA e, claro, dava audiência.

Deveriam lançar um jornal só de terror, porque está em voga a prática desse ato atualmente. Ontem, no Iraque(antiga babilônia, hoje um país dominado pelo terror) um suicida explodiu uma bomba ao corpo em uma mesquita em Bagdá; hoje os espanhóis homenagearam os mortos de 11 de março do ano passado num ataque terrorista do grupo separatista ETA, numa estação de trem; também hoje ocorreu uma explosão perto da cede da ONU em Kosovo; por fim, hoje, os Lords – judiciário inglês – aprovaram uma lei anti – terrorismo, no intuito de dar um basta no terror mundial.

Seria bom por um fim ao terror mundial. Mas eu me pergunto: será? Será que se os fanáticos xiitas, os discípulos de Bin Laden, os guerrilheiros das Farc, os radicais libaneses do Hizbolla, enfim, será que se essas facções denominadas terroristas, de uma hora pra outra ficassem bonzinhos, o terror ia acabar? A resposta é não! Não, porque o terror está em todo canto do mundo. Não digo este o qual é proporcionado por malucos revolucionários, mas sim o terror feito por terroristas graduados, aqueles que estão no poder e que estão cursando a maior faculdade do terror: o governo. Sim, os políticos. Espertos. Não têm o dom de amarrar uma bomba ao corpo e explodir um trem por exemplo, mas no simples assinar de um papel matam milhares a todo instante. Ou vão me dizer que a fome na África, as crianças desnutridas nas favelas brasileiras, os infanticídios ocorridos diariamente na China, os assassinatos, como o da missionária americana, no Pará, os milhares de inocentes que morrem em guerras, civis como a brasileira ou aquela que o Bush está fazendo no Iraque, pela paz(?) não são terrorismos? Ou, pior ainda, que não são atos, direta ou indiretamente, praticados pelos governos mundo afora? Lógico que é terrorismo; qualificado ainda! Não existe diferença deste praquele, porque tanto um como outro é fruto da desigualdade, da ignorância, da miséria, da intolerância proporcionada por órgãos governamentais para com o povo desgraçado.

Citei acima que não existe diferença de um para outro. Certamente que não, em se tratando de humanidade. Mas existe uma diferença crucial, que é o fato da imprensa em dar mais ênfase ao terror de homens – bomba do que ao terror sofrido por crianças no mundo. Porquê? Porque a imprensa, contrário ao que dizem, é mais um órgão-manipulador-governamental o qual está vendo que sua política reacionária alienadora está sendo prejudicada por atos e países extremistas como os iranianos por exemplo.

Agora pergunto denovo: iria mudar algo, o mundo seria melhor se este terror de homens – bomba e afins cessasse? Seriamos um povo de paz? Mil vezes que não. O governo só iria se sentir com mais poder para, com suas canetas terroristas, bombardearem o mundo com fome, miséria, desigualdade, guerras plutocráticas sem sentido, corrupção...ilusão!!

Hoje tenho a consciência de ser uma pessoa consciente do quanto o povo somos prejudicado pelo governo, que este é o maior terrorista de todos. E tenho consciência de não poder fazer nada. Revolta!!!



- Postado por: Juninho às 23h05
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Minha vida; minhas regras!!

 

Andei pensando sobre regras; liberdade; justiça... É revoltante saber que já nascemos programados para seguir e agir de acordo com as regras vigentes nesta sociedade, sem o nosso consentimento. É injusto ter-mos de viver num sistema com suas leis e ‘verdades’ pré–estabelecidas e agir de acordo com os caprichos de governantes inescrupulosos que criam uma constituição extremamente favorável ao bem dos poderosos e em detrimento da moral do povo. Não tem cabimento eu viver sob uma norma a qual eu mesmo não criei, tendo de respeita-la, muitas vezes esta sendo extremamente prejudicial a mim. Quem são eles para saber o que é melhor para mim?

Com relação à Leis Divinas. Tem uma frase que acho muito legal, que é a seguinte: "Se deus não existe, TUDO é permitido". Pois eu acho que é Ele e suas regras foram inventados para manter a ordem. Apesar de vivermos num Estado laico, separado da igreja, as regras que valem mesmo são as religiosas, não na minha concepção, mas pelo fato de que toda esta lei divina impõe respeito e amedronta muita gente. Como disse o filósofo, "Se deus não existisse seria preciso inventá-lo", pois só assim a ordem existe; "deus é o ópio do povo". Se não existisse a igreja seria um caos, porque ela serve para alimentar sonhos dos miseráveis, serve como uma base de apoio para a grande maioria, e sem esta base só existiria revolta. Por outro lado, se vivêssemos sob uma ditadura da igreja seria como estes países fanáticos muçulmanos – logicamente que não daquela forma, pelo fato de que aqueles dogmas são outros -, sem nenhuma liberdade de se expressar, sem a ciência, sendo obrigados a seguir os padrões religiosos. Imagine viver sob uma teocracia nos moldes da igreja universal, quiçá muito pior que qualquer país controlado por aiatolás. Acredito que a regra estatal não existe sem as leis divinas, e vice-versa; é como um termômetro que mede um a temperatura do outro ou uma balança a qual um controla as atitudes do outro, agindo em conluio, em detrimento da moral da sociedade.

Não tem cabimento eu ter de viver sob as regras da igreja, sendo que não acredito no seu deus. E também não é certo eu viver num Estado onde as leis foram feitas sem o meu consentimento. Por isso acredito que, a partir do momento que eu posso praticar determinado ato, constando ou não como moral ou imoral na constituição, eu tenho o direito de faze-lo, porque eu faço as minhas regras. Se as regras dizem que fumar um baseado é contra e chapar o globo de álcool é a favor da moral, sendo que o primeiro não prejudica em nada a sociedade e o segundo, é fato, mata milhões em todo o mundo, porque eu teria de respeitar isto? Como disse acima, eles fazem as leis em benefício próprio, visando o dinheiro; e o álcool rende muito lucro. Sendo assim, quem é o certo e quem é o errado nesta história: os que fazem as leis em benefício próprio e fudendo a população ou o que desrespeita as leis e não prejudica ninguém?

Por isso eu faço as minhas leis, como disse, a partir do momento que posso praticar determinado ato é um direito meu de agir conforme meu consentimento. TUDO é permitido!! E na minha constituição existe apenas uma lei – com alguns parágrafos e emendas pendentes a serem seguidos. É a seguinte:

CONSTITUIÇÃO

Art. 1º - Tudo é permitido. Não existem regras.

I – Se quiser fumar um baseado, fume, pois sua lei permite. Só que o faça em um pico bem firmeza o qual não aja o risco de ser pego em flagrante, pois consta na constituição brasileira que fumar maconha é crime e corre o risco, se for pego em flagrante por um gambé, de comer a baga, assinar um dezesseis (maldita constituição) e seu pai descobrir, aí a casa cai. Também é fato que vai apanhar muito, seja do gambé ou do papai, e sujeito a acordar no outro dia todo dolorido, cheio de escoreações por todo o corpo.

II – Se quiser matar um político ou um indivíduo qualquer, mate, pois tudo é permitido, mas está sujeito a ser condenado, de acordo com o código penal, pelo ato de praticar um homicídio qualificado e doloso(com intenção de matar); aí se tá fudido.

III – Se quiser se embriagar e sair dirigindo, mesmo não tendo habilitação você pode, suas regras permitem. Mas na constituição é crime. Cuidado!

(..........)

XXX – Por último, seja cauteloso em praticar qualquer ato pois, apesar de ser livre e fazer o que quiser, você vive numa prisão a céu aberto e corre o risco de ser julgado e condenado. Ou seja, ninguém é livre. Não existe o direito de ir e vir, nem a liberdade de se expressar. Somos condenados a ser livres.



- Postado por: Juninho às 16h39
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